Copa eleva buscas por televisores no varejo on-line

Escrito por | 23/09/2011 | Notícias.

A proximidade da Copa do Mundo elevou as buscas nos sites de comércio eletrônico por categorias de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, puxadas por televisores. Segundo pesquisa da Serasa Experian Hitwise, esses produtos registraram uma participação de 0,32% em maio no montante de todas as visitas à internet, o que representou um avanço de 77,78% em relação ao mesmo mês de 2009. O número ultrapassou até o mês de dezembro, principal período de vendas do comércio, que no ano passado registrou uma fatia de 0,25%. O levantamento avaliou o comportamento de aproximadamente 250.000 consumidores em suas buscas a mais 150.000 sites no Brasil.

O presidente da Serasa Experian Marketing Service, Juliano Marcílio, diz que as categorias de TV de LCD e TV de Led, dos mais diversos tamanhos de telas, e de celulares com televisão lideram as buscas de produtos na internet. “Certamente, o crescimento observado a partir de março é reflexo do mundial de futebol”, afirma. Segundo ele, a expectativa é de que as buscas por estes produtos desacelerem após o mundial, mas devem se manter em um “patamar elevado”. “Nos últimos 12 meses, o aumento das pesquisas por eletroeletrônicos e eletrodomésticos é consistente.”

O levantamento detecta as buscas dos consumidores por determinados produtos, mas não tem a capacidade de avaliar se o consumidor, efetivamente, fez a aquisição do bem. Marcílio ressalta que muitas destas pesquisas, sobretudo por preços de produtos, podem se transformar em compras tanto no mundo virtual como no físico, com a efetivação da venda em uma loja. “Os investimentos das varejistas estão crescendo, puxando junto as pesquisas nos sites”, afirma. Outro fator para o incremento das buscas é o aumento da confiança do consumidor no e-commerce.

Segundo o diretor geral da empresa de monitoramento de comércio eletrônico, e-bit, Pedro Guasti, em 2006 as vendas foram influenciadas pela Copa do Mundo, e, este ano, não deve ser diferente. “É provável que um fenômeno semelhante ocorra neste ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior confiança dos consumidores no canal web”, ressalta. Guasti acrescenta ainda que as vendas das categorias de eletroeletrônicos vão gerar um maior valor agregado ao tíquete médio do comércio eletrônico.

Fonte: Veja Abril.

Estudo diz que consumidores confiam mais em empresas que tuítam

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Marcas que usam sites de microblog como o Twitter para fornecer respostas em tempo real ao público estão ganhando mais confiança dos consumidores, segundo estudo liderado pela empresa de relações públicas Fleishman-Hillard.

Dos entrevistados, 75% disseram que empresas que usam microblog merecem mais confiança do que as que não fazem isso.

As descobertas sobre o site são particularmente notáveis em um ano em que grandes empresas se encontraram em crise: do desastre de óleo da BP aos recalls da Toyota.

“O que realmente importa aqui é que as regras para lidar com a crise que nós conhecemos há anos ainda se aplicam, mas isso ocorre em uma maneira mais acelerada”, disse Dave Senay, executivo-chefe da Fleishman-Hillard.

Uma parte da lição é “não reagir de modo extremo, reagir com informações sobre os fatos e não ir além do que você sabe”, afirmou Senay.

As empresas também precisam estar bem estabelecidas no mundo digital antes que algum problema aconteça, construindo uma relação com seus consumidores. Essa confiança pode ajudar na hora de lidar com uma crise, segundo Brian McRoberts, também da Fleishman-Hillard.

O estudo entrevistou 4.243 pessoas em sete países, incluindo Estados Unidos e China, entre dezembro e janeiro.

Fonte: Folha Online.

Influência das Redes Sociais na Publicidade

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Há algum tempo dizem que a publicidade está mudando devido ao surgimento e fortalecimento das mídias sociais, as meninas de ouro da atualidade. A publicidade como conhecemos certamente não vai morrer, como já foi discutido aqui, mas faz algum tempo que o público se tornou o “Diretor de Criação 2.0” de qualquer campanha que estiver no ar ou nas ruas, ainda mais nesta época de eleições.

Quem navega diariamente na web está com os dedos calejados de saber que agora o público tem o poder de expressar a sua admiração ou revolta por alguém ou algo. E a publicidade mainstream já começou a sofrer as conseqüências deste fenômeno interativo, como vimos na Copa 2010. Estou falando do “tcha tcha” da Hyundai e a marca da Copa 2014 no Brasil.

O “jeito diferente de torcer” proposto pela montadora recebeu várias críticas, piadas, paródias pelo Twitter, Facebook, Orkut e afins. Na reta final da Copa, a campanha mudou o bordão para o igualmente esquisito “iaê-iaô” (ou algo do tipo). Não há registros que o “grito de guerra” tenha mudado por causa disso, mas se mudou é porque certamente os executivos devem ter acompanhado a recepção negativa da campanha na web. Mesmo assim, teve gente que fez o “tcha-tcha” e mandou para o Youtube.

Fonte: Blogcitário.

Redes sociais de nicho: elas sobrevivem?

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Em um mercado dominado por Facebook, Twitter e Orkut, redes sociais de nicho chamam atenção por atender necessidades específicas de seus públicos. Mas elas não têm vida fácil. Vistas como tendência por analistas há alguns anos, tornaram-se em pouco tempo um objeto virtual duvidoso e, de certa forma, obsoleto. Logo, vale levantar a questão: é possível sobreviver frente a sites com mais de 50 milhões de usuários?

O recente histórico virtual volátil é prova de que ainda não há uma resposta concreta. O Yahoo, por exemplo, viveu este tipo de situação. Um dos maiores gigantes da web anunciou em 2008 o fim do Kickstart, rede social de caráter profissional. O site foi fechado após ser ‘engolido’ pela avalanche Linkedin, de 45 milhões pessoas cadastradas. Hoje, o site de perfil corporativo está avaliado em 1 bilhão de dólares. Já o Kickstart foi direcionado a um produto similar no Yahoo – o HotJobs!

Alguns exemplos, contudo, mostram que essas redes de nicho podem sobreviver – a despeito da competição do ambiente virtual. É o caso de Totspot, Odadeo, Lil’Grams e Kidmondo – todas dedicadas a bebês e que fazem grande sucesso.

Para encontrar vida longa na web, as redes destinadas a interesses de nicho precisam de ingredientes básicos: eficiência no mecanismo do serviço, interesse do usuário em interagir com seus amigos e informações específicas que não serão encontradas em qualquer outro site.

“Redes sociais de nicho têm espaço na web. Mas para funcionar com grupos de pessoas bem específicos e, para dar certo, precisam ser adotadas por plataformas participativas que realmente utilizem o site para manter contato. A única questão pendente é a sobrecarga de redes sociais”, explica Raquel Recuero, pesquisadora e professora do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da Universidade Católica de Pelotas (UCPel).

A questão é simples: você consegue gerenciar e absorver o volume absurdo de dados que circula em todos os sites de relacionamento em que está cadastrado?

É nesse cenário que surgem os filtros pessoais – para dar prioridade a um ou outro ambiente virtual. A intenção, é claro, é manter o foco em uma atividade. E a escolha provavelmente recairá sobre as redes maiores, estruturadas, recheadas de inúmeras funções (jogos, quiz, chats com vídeos etc.), com malhas sociais e laços de amizades consolidados, deixando em segundo plano sites participativos de grupos específicos.

Fonte: VEJA.

Mídia social ganha espaço nas estratégias dos shoppings

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A utilização das mídias sociais (facebook, twitter, LinkedIn e Orkut) como ferramenta de marketing e ações promocionais foi tema da última edição da mesa-redonda virtual do Portal do Shopping.

Os participantes do chat foram: Gabriela Kluppel, gerente de marketing da Abrasce; Durleno Rezende, superintendente do BH Shopping (MG); Andreia Pontes, coordenadora de marketing do Carioca Shopping (RJ); Maria Eduarda Baleeiro, gerente de marketing do Shopping Paralela de Salvador (BA); Danielle Viana, gerente de marketing do Shopping Recife (PE); Michelle Coutinho, analista de marketing do São Gonçalo Shopping (RJ); Juliana Viana, coordenadora de marketing do Passeio Shopping (RJ); Lena Nakai, analista de marketing do Shopping Eldorado (SP); Emília Mendes, gerente de marketing do Shopping Plaza Macaé (RJ) e Douglas Oliveira, gerente de marketing do Passeio Shopping (RJ).

Qual é a opinião de vocês sobre a utilização das mídias sociais como ferramenta de divulgação de ações e projetos de marketing no setor de shopping centers?

Michelle Coutinho – São Gonçalo Shopping: As mídias sociais ganham cada vez mais força, principalmente entre um público que é muito importante para os shopping centers e economicamente ativo, os jovens. Além do mais, nós temos uma infinidade de notícias para dar. Varejo é um mercado que tem novidade todo dia e as mídias sociais suprem essa necessidade de dizer o que está acontecendo. Fora que é um contato muito mais pessoal e facilita ainda mais no conhecimento do seu público.

Maria Eduarda Baleeiro – Shopping Paralela em Salvador (BA): É uma importante ferramenta de apoio e sustentação às mídias tradicionais e uma forma de interagir mais rapidamente com o público.

Andreia Pontes – Carioca Shopping (RJ): Na minha opinião é imprescindível, mas acredito que o mais importante é o acompanhamento diário destas ferramentas.

Durleno Rezende – BH Shopping: Temos uma experiência bem sucedida aqui no BHS. Estamos no Twitter desde de junho do ano passado e temos hoje quase 5 mil seguidores e a maioria participa de nossas promoções e eventos. Acreditamos também que o monitoramento das redes sociais nos ajudam a estreitar o relacionamento com o consumidor.

Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): É uma nova ferramenta que está em alta e utilizada por público diferenciado, o que fortalece e estreita o relacionamento com esse público.

Danielle Viana – Shopping Recife: Consideramos uma ferramenta fundamental no relacionamento e na comunicação com clientes. Uma maneira de falar diretamente com o público jovem. Estamos presentes no Twitter desde de set/08 com mais de 7.400 seguidores.7
Emília Mendes – Shopping Plaza Macaé (RJ): Uma importante plataforma de relacionamento e troca de informações.
Juliana Viana – Passeio Shopping (RJ): Esta nova ferramenta tem sido trabalhada e implementada a cada dia, é uma forma de mantermos nosso público próximo de nós.

No ponto de vista de vocês, essa é ferramenta eficaz em resultados? Os shoppings que representam utilizam essas redes sociais?

Michelle Coutinho – São Gonçalo Shopping: Aqui no SGS trabalhamos com Orkut e Twitter. Nosso Orkut possui mais de 5.000 seguidores e o Twitter ainda está engatinhando, mas em pouco masi de 4 meses já temos mais de 880 seguidores. um número que aumenta todo dia. Concordo com a Emília quando diz que ajuda na percepção da merca e gera um boca a boca. Divulgamos todas as novidades, seja lançamento de loja, liquidações e eventos. Além de realizarmos promoções específicas para nossos seguidores. Lá tudo acontece em primeira mão.
Andreia Pontes – Carioca Shopping (RJ): O Carioca Shopping está começando agora com o twitter. Gostaria de saber o que o shopping BHS faz para aumentar o seu numero de seguidores?
Danielle Viana – Shopping Recife: Fazemos uso do Twitter, Flickr, Facebook, Youtube e Blog.
Emília Mendes – Shopping Plaza Macaé (RJ): As mídias sociais dão hoje resultados na percepção da marca, gerando o marketing boca a boca e criando vantagem competitiva.
Juliana Viana- Passeio Shopping (RJ): Estamos investindo nas redes sociais a partir deste semestre, pois precisamos de um monitoramente ‘full time’ para manter a eficácia desta ferramenta.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Divulgamos todos os eventos e promoções, é eficaz porque a resposta é imediata.
Maria Eduarda Baleeiro – Shopping Paralela em Salvador (BA): Usamos o twitter integrando com as campanhas. Inclusive, customizamos a ferramente do twitter  para deixar com a ‘cara’ de cada campanha, além de fazer promoções específicas. Temos tido um bom resultado no número de nossos seguidores.

No ponto de vista de vocês, a utilização das mídias sociais é mais uma ferramenta agregadora ou é um modismo com hora e data para acabar?

Michelle Coutinho – São Gonçalo Shopping: O Twitter nos possibilita uma aproximação muito grande com os clientes. Eles interagem, perguntando e comentando tudo que acontece no mall. Acho que todos estamos experimentando essas ferramentas. Faz parte da evolução da comunicação aliada à tecnologia. Eu não chamaria rede social de modismo. Prefiro chamar de ferramenta de comunicação e interação social.
Danielle Viana – Shopping Recife: É uma ferramenta agregadora e sem volta, devido à evolução da tecnologia e mudança comportamental da sociedade. O modismo é a rede social em si, por exemplo, o Orkut já esteve em alta e agora é a vez do Facebook. Mas a tendência em se relacionar no ambiente virtual veio para ficar.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Acreditamos que é agregador, sendo uma forma bem prática e direta de contato com o cliente.
Maria Eduarda Baleeiro – Shopping Paralela em Salvador (BA): É ferramenta agregadora e temos muito o que desenvolver para dominar essa ferramenta. Uma das formas para atrair é o uso de sorteios ou distribuição desconvites. Os clientes adoram.
Andreia Pontes – Carioca Shopping (RJ): Sem dúvida agrega e dá suporte aos outros meios de divulgação.
Emília Mendes – Shopping Plaza Macaé (RJ): Concordo com Shopping Recife, teve a ‘era’ orkut em alta e agora é secundário aos outros como o facebook.
Douglas Oliveira – Passeio Shopping: Acredito que as mídias sociais vieram pra ficar e com força total. Cada vez mais o cliente quer estar próximo do nosso negócio e o nosso papel é fazer essa interação. Por isso acredito muito nessa ferramenta.

Juliana Viana – Passeio Shopping (RJ): A ferramenta é eficaz porque gera interatividade com o cliente. No Passeio temos uma forma de monitorar isso adequadamente para que não vire uma ‘sopa de letrinhas’, o que quero dizer é que se não se monitorarmos, a rede pode acabar se voltando contra a empresa.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Gente, eu gostaria de saber qual estratégia usada para obter um número cada vez maior de seguidores? Através de sorteios?
Michelle Coutinho – SGS: Lena, acreditamos que no início da utilização do Twitter o importante é ‘coletar’ novos seguidores. E isso com certeza se dá de uma forma mais eficaz através das promoções. Porém, acho que esse não é um caminho perpétuo. Acho que em determinado momento essa onda de ‘promoções’ via Twitter vai diminuir. E teremos um trabalho maior para mantermos os seguidores.
Juliana Viana – PS: Lena, trabalhamos com pequenas promoções na própria rede e também fazemos uma divulgação através de folheteria e do site, convidando nosso público a participar.
Michelle Coutinho – SGS: Juliana, no São Gonçalo também temos divulgação no mall e também enviamos e-mail marketing.

Para vocês, porta-vozes do setor, como utilizar a mídia social em favor dos negócios dos shopping centers?

Emília Mendes – Shopping Plaza Macaé (RJ): Não acredito que as redes sociais deva incentivar os clientes a comprar apenas quando aparecer uma promoção ou oferta. Acredito que deva agregar vários outros motivos.
Maria Eduarda Baleeiro – Shopping Paralela em Salvador (BA): Estando cada vez mais atentos a agilidade que estes veículos pedem.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Literalmente divulgar a sua marca e oferecer benefícios para reter e fidelizar esse cliente.
Danielle Viana – Shopping Recife: De forma integrada com a plataforma de marketing e com os acontecimentos e novidades do mall, visando deixar os clientes informados e atraídos.
Michelle Coutinho – SGS: Acredito que as redes sociais devem estar sempre ligadas ao posicionamento da marca. Queremos que o cliente enxergue o shopping. Trabalhamos de uma forma que o cliente saiba o que está acontecendo no mall para aguçar sua curiosidade e sua visitação. A utilização dessas mídias deve ser planejada, como qualquer outra ferramenta de Marketing.
Douglas Oliveira – Passeio Shoppping: Precisamos ter um cuidado grande em não tornar essas ferramentas de web contra os nossos empreendimentos. Precisamos estar ‘linkados’ com a necessidade da urgência da resposta ao cliente e de nunca prometer algo que não possamos cumprir simplesmente para angariar mais seguidores.

Com a utilização das redes sociais é possível atrair uma parcela de consumidores novos aos malls? De qual forma?

Michelle Coutinho – SGS: As mídias sociais acabam sendo um ‘Espaço do Cliente’ online. Através delas sabemos tudo o que o cliente pensa da gente, o que ele quer, seus anseios. Uma ferramenta de inteligência para todos os setores da empresa. Sim, em toda inovação há resistência. Isso é inevitável. Porém, no caso da Ancar que administra o São Gonçalo Shopping estamos cada vez mais trabalhando através dos canais que as redes sociais nos proporcionam. Um exemplo disso foi a Campanha de Mães e Namorados ‘Um mês sem homem’ que esteve presente no Youtube, teve hotsite exclusivo, blog e ferramenta de interação onde as pessoas podiam subir suas fotos para participar de uma brincadeira.
Maria Eduarda Baleeiro – Shopping Paralela em Salvador (BA): Nossos empreendedores são entusiastas dessa ferramenta, até como forma de monitoramento das ações de marketing e da imagem do shopping na rede.
Danielle Viana – Shopping Recife: É uma forma de estreitar relacionamento, conhecer a opinião do cliente e ter um canal direto de comunicação.
Juliana Viana – PS: Sim, com certeza. Desde que sejam traçadas ‘mensagens’ estratégicas, e direcionar estas ferramentas ao perfil que se quer atingir. A mídia social deve ser tratada como uma ferramenta extra e, infelizmente, apesar de todos os recursos que existem ela não pode ser uma ferramenta segura.
Emília Mendes – Shopping Plaza Macaé (RJ): Temos que aproveitar a popularidade da internet como canal de mídia juntamente com o boom das redes sociais.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Sim, através de ações promocionais, sorteio de gift das nossas lojas, é uma maneira de ‘chamar’ esse cliente para o nosso shopping.

Douglas Oliveira – Passeio Shopping: A partir do momento que provamos aos nossos ‘seguidores/clientes’ que o nosso empreendimento faz parte dele, com certeza ele será atraído para o nosso mall. Nossa missão com esta aproximação é tornar seguidores em clientes.
Michelle Coutinho – SGS: Acredito que sim, mas acho que ainda não há uma forma de mensurar vendas como conseqüência do Twitter. Porém, sempre realizamos pesquisas nos eventos que acontecem no shopping e o Twitter já aparecem como umas das formas que o cliente tomou conhecimento da ação. Isso pra nós já serve de retorno. Ajuda de blogueiros influentes também sempre dão bom retorno.

As mídias sociais podem ter impacto nas vendas?

Maria Eduarda Baleeiro – Shopping Paralela em Salvador (BA): Temos um bom exemplo de como ações com redes sociais atraem o público. Fizemos um evento de moda e convidamos várias ‘blogueiras’ de moda que trabalharam divulgando o evento online e tivemos muitos clientes que vieram ao evento através dessa divulgação.
Juliana Viana – PS: Inovar sempre e manter a rede sempre atualizada é o segredo para torna-la eficaz, temos uma repercursão bem legal de produtos que são lançados na rede. Muitos clientes procuram determinados produtos que são postadps no twitter por exemplo.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Claro que sim, a partir do momento que divulgamos alguma novidade, produto novo, conseqüentemente isso retorna em vendas.
Danielle Viana – Shopping Recife: Claro que impactam nas vendas. Basta fazer uma ação direcionada. Exemplo: divulgação de produtos novos e/ou em promoções nas lojas.
Andreia Pontes – CS: Não temos um impacto de vendas com divulgação no Twitter, mas deve ser questão de tempo, já que estamos começando agora.

Que tipo de produtos ou ações podem ser feitas por meio das mídias sociais?

Danielle Viana – Shopping Recife: Com as redes sociais quebramos a barreira de localização atingindo novos públicos inclusive fora da área de influência. Isso se deve também pelo mobilidade que a plataforma permite (celular, notebook, etc).
Emília Mendes – Shopping Plaza Macaé (RJ): Participar de um evento cultural, degustar um evento gastronômico, entre outros.
Lena Nakai – Shopping Eldorado (SP): Por exemplo, a divulgação de um blog de moda, estreia de filme no cinema, lançamento de livros ou novas marcas. Acreditamos que essa ferramenta se torna mais uma vitrine para o shopping.
Michelle Coutinho – SGS: Aqui no São Gonçalo Shopping inovamos e realizamos uma entrevista online com Priscilla Alcântara, cantora e apresentadora do Bom Dia e Cia do SBT. Ela viria fazer um show no dia 30/7 e fizemos uma entrevista online com ela. Só com esta ação tivemos um aumento de 7% no número de seguidores. Foi uma forma de divulgar o show e os respectivos Twitters. O show foi um sucesso, com presença de mais de 5.000 pessoas.

Fonte: ABRASCE.